Mateus e Clara

Clara: Vc viu o blog do Miller?

Mateus: Oque que tem?

Clara: Ele diz aqui que não transa há 6 meses.

Mateus: Caramba!!! Eu duvido! E a propósito não é Miller é Muller.

Clara: Mas se escreve Muller e se lê Miller não é?

Mateus: Não é não, é Muller mesmo e o meu Mateus não tem H.

Clara: Tudo bem então, não tá mais aqui quem falou!

Mateus: E não muda de assunto.

Clara: Foi vc que mudou. 6 meses passam rápido

Mateus: Pelamordedeus nem me fale, ficar 6 meses sem sexo.

Clara: É eu pensei mesmo, dar uma purificada no corpo e na alma.

Mateus: Não me fala uma coisa dessas. Que absurdo, se eu ficar sem por uma semana morro de tensão e estress.

Clara: hahahahaha, eu ficaria numa boa!

Mateus: Me avise quando for fazer isso pra já pedir o divorcio. Vai fazer yoga

Claro: Vamos tomar um banho pra relaxar.

Mateus: É to precisando mesmo.

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O que as crianças pensam

O jornal italiano Corriere della Sera publicou em sua edição eletrônica de fim de semana uma enquete muito divertida.
Trata-se de opinar sobre o relacionamento das crianças italianas com o Menino Jesus.
Os leitores devem escolher entre frases tiradas do livro: “Caro Gesù: la giraffa la volevi proprio così o è stato un incidente?” (Querido Jesus, a girafa você queria assim mesmo ou foi um acidente?), recém-lançado pela editora Sonzogno.
É uma amostra do que elas costumam escrever nas redações da escola, nas aulas de catecismo e em bilhetinhos de final de ano.
Na Itália, o Papai Noel não toma conta do imaginário infantil e Gesù Bambino é um poderoso concorrente do bom velhinho nórdico.
Escolha você também a sua frase preferida.

“Querido Menino Jesus, todos os meus colegas da escola escrevem para o Papai Noel, mas eu não confio naquele lá.
Prefiro você.“
(Sara)

“Querido Menino Jesus, obrigado pelo irmãozinho.
Mas na  verdade eu tinha rezado pra ganhar um cachorro.”
(Gianluca)

“Querido Jesus, por que você não está inventando nenhum  animal novo nos últimos tempos?
A gente vê sempre os mesmos.”
(Laura)

“Querido Jesus, por favor, ponha um pouco mais de férias entre o Natal e a Páscoa.
No meio, agora está sem nada.“
(Marco)

“Querido Jesus, o padre Mário é seu amigo ou você conhece ele só do trabalho?“
(Antonio)

“Querido Menino Jesus, por gentileza, mande-me um  cachorrinho.
Eu nunca pedi nada antes, pode conferir.“
(Bruno)

“Querido Jesus, talvez Caim e Abel não se matassem  se tivessem um quarto pra cada um.
Com o meu irmão funciona.”
(Lorenzo)

“Querido Jesus, eu gosto muito do padre-nosso.
Você  escreveu tudo de uma só vez, ou você teve que ficar apagando?
Qualquer coisa que eu escrevo eu tenho que refazer um monte de vezes.”
(Franco)

“Querido Jesus, nós estudamos na escola que Thomas Edison inventou a luz.
Mas no catecismo dizem que foi você.
Pra mim ele  roubou a sua idéia.“
(Daria)

“Querido Jesus, em vez de você fazer as pessoas morrerem e aí criar novas pessoas, por que você não fica com as que já tem?”
(Marcello)

“Querido Jesus, você é invisível mesmo ou é só um truque?”
(Giovanni)

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O que as crianças dizem.

(Da revista ‘Pais e Filhos’, do espaço de Pedro Bloch).

Uma menina estava conversando com a sua professora. A professora disse que era fisicamente impossível que uma baleia engula um ser humano porque, apesar de ser um mamífero muito grande, a sua garganta é muito pequena.
A menina afirmou que Jonas foi engolido por uma baleia. Irritada, a professora repetiu que uma baleia não poderia engolir nenhum ser humano; era fisicamente impossível.
A menina, então disse: ‘Quando eu morrer e for pro céu, vou perguntar a Jonas’.
A professora lhe perguntou: ‘E o que vai acontecer se Jonas tiver ido ao inferno?’
A menina respondeu: ‘Aí a senhora pergunta.’

Um dia, uma menina estava sentada observando sua mãe lavar os pratos na cozinha.
De repente, percebeu que sua mãe tinha vários cabelos brancos que sobressaíam entre a sua cabeleira escura. Olhou para sua mãe e lhe perguntou:
‘Porque você tem tantos cabelos brancos, mamãe?’
A mãe respondeu:
‘Bom, cada vez que um filho faz algo errado e faz a mãe chorar ou ficar triste, um fio do cabelo dela fica branco’.
A menina digeriu esta revelação por alguns instantes e logo disse:
‘Mãe, porque TODOS os cabelos de minha avó estão brancos?’

Uma professora de creche observava as crianças de sua turma desenhando.
Ocasionalmente passeava pela sala para ver os trabalhos de cada criança. Quando chegou perto de uma menina que trabalhava intensamente, perguntou o que desenhava. A menina respondeu:
‘Estou desenhando Deus.’
A professora parou e disse:
‘Mas ninguém sabe como é Deus.’
Sem piscar e sem levantar os olhos de seu desenho, a menina respondeu:
‘Calma, saberão dentro de um minuto’.

Uma honesta menina de sete anos admitiu calmamente a seus pais que Luís Miguel havia lhe dado um beijo depois da aula.
‘E como aconteceu isso?’ Perguntou a mãe assustada.
‘Não foi fácil’, admitiu a pequena senhorita, ‘mas três meninas me ajudaram a segurá-lo’.

Todas as crianças haviam saído na fotografia e a professora estava tentando persuadi-los a comprar uma cópia da foto do grupo.
‘Imaginem que bonito será quando vocês forem grandes e todos digam ali está Catarina, é advogada, ou também ‘Este é o Miguel. Agora é médico’.
Ouviu-se uma vozinha vinda do fundo da sala:
‘E ali está a professora. Já morreu’.

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